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É estimado que, somente nos EUA, 10 milhões de homens sofrem de impotência crónica e que 20 milhões de homens sofrem de disfunção eréctil associados a idade, problemas crónicos de saúde ou problemas psicológicos. Embora no passado a impotência sexual fosse vista relacionada exclusivamente a causas físicas, sabemos agora que 85 a 90% de todos os casos de disfunção eréctil, são devido a causas orgânicas, como diabetes, problemas vasculares, efeitos secundários de medicamentos, etc. A impotência pode se traduzir em disfunção sexual ocasional ou na ausência total de erecção, devido a algumas complexas causas de origem psicológica e fisiológica. Muitas vezes as causas psicológicas são a origem de uma impotência: medo, ira, frustrações e ânsia pelo desempenho, são as razões mais frequentes. O factor psicológico é sempre importante, porque a disfunção eréctil pode afectar gravemente a auto-estima, provocar ansiedade e depressão e piorar o problema a causa da combinação dos factores físicos com aqueles orgânicos. Esses problemas podem resguardar indirectamente o partner, particularmente quando existe problemas interpessoais ou desentendimento entre o casal. Entre as causas de origem orgânica de uma impotência, existem as causas gerais como os problemas vasculares : espessamento da parede arterial ou perda venosa precoce. TRATAMENTOS PARA COMBATER A IMPOTENCIA No início da década de 80, os pacientes tinham a possibilidade de se autoinjetar uma substância medicinal entre o corpo cavernoso do pénis. Essa substância causa a dilatação dos vasos sanguíneos e provoca uma erecção que dura aproximadamente uma hora. Em caso de utilização prolongada, pode se manifestar problemas de isquemia. Em 1998 apareceu uma molécula a Sildénafil, comercializada com o nome de Viagra®, assegurando um melhoramento da função eréctil masculina. O Viagra® deve ser utilizado unicamente sob controle e prescrição médica. Efeitos colaterais e contra-indicação do Viagra® Os seus efeitos colaterais indesejáveis, são essencialmente ligados a uma diminuição da pressão arterial (distúrbios cardiovasculares, hipertensão, etc.). Dor de cabeça, manchas vermelhas no rosto, falta de ar, mal de estômago, infecção das vias urinárias, diarreia, congestão nasal e alteração da vista (como mudanças temporárias nas cores azul e verde ou aumento de sensibilidade a luz) foram igualmente identificados. A prescrição do Viagra® compreende um certo número de contra-indicação, em particular na associação com todas as formas de derivados nítricos, frequentemente usados no tratamento de angina peitoral, insuficiência hepática e renal. De facto os médicos estão diminuindo drasticamente as prescrições do Viagra® para a impotência, enquanto constataram que se trata de um medicamento arriscado. Apesar disso, deve-se considerar também o preço elevado do medicamento, o custo da prescrição médica obrigatória e por último, porém não menos importante, o embaraço. Para combater este mal aconselhamos o uso do Pau de Cabinda. PRECAUÇÕES Este produto não é aconselhado a pessoas que sofram de insuficiência renal, que tenham problemas respiratórios, sejam hipertensas, ou portadoras de doenças cardiovasculares. Mesmo em pessoas saudáveis este chá deve ser tomado moderadamente.
As condições para obter uma erecção, orgão sexual masculino normal, acúmulo regular da circulação hormonal, nervo do pénis intacto e um correcto fluxo sanguíneo no orgão sexual.
Uma última condição que se impõe, uma erecção exige uma resposta psicológica adequada para uma estimulação sexual. A disfunção eréctil representa a forma mais comum do problema sexual nos anciãos e atinge mais de 50% dos homens entre 40 e 70 anos e cerca de 70% dos homens de 70 anos. AS CAUSAS DE UMA DISFUNÇÃO ERÉCTIL As causas das disfunções erécteis podem ser geralmente classificadas como orgânicas ou psicológicas. Embora, a maior parte dos homens que sofrem de disfunção eréctil pensam que seja devido a factores orgânicos, os aspectos psicológicos também jogam uma parte extremamente importante ligados a ansiedade, depressão, autoconfiança e intimidade com o parceiro. Consequentemente, muitos homens suportam uma combinação de factores orgânicos e psicológicos. As causas orgânicas e os factores de risco de uma disfunção eréctil, incluem problemas vasculares, diabetes, hipertensão, certos medicamentos, desordens neurológicas como a esclerose múltipla, alcoolismo crónico, importante consumo de tabaco, traumas pélvicos e lesões da coluna vertebral, interventos pélvicos ( prostatite, cistectomia ou cirurgias da região colo-retal), anormalidades hormonais e outras condições médico-cirurgicas. As causas psicológicas da disfunção eréctil incluem o temor do desempenho, o stress, a depressão e os conflitos matrimoniais. Embora a disfunção eréctil seja frequentemente considerada como uma consequência natural do envelhecimento, da mesma forma que a sua incidência aumenta com a idade, não é certamente inevitável. Todavia, muitas condições associadas ao envelhecimento como problemas vasculares e diabetes, podem ser a origem de uma disfunção eréctil.
Então, por longo tempo, as mulheres que sofriam de frigidez e portanto eram incapazes de conseguir um orgasmo, foram limitadas a terapias de casais e psicanálises muitas vezes ineficazes. Na realidade esta afirmação é errada, o problema da frigidez pode ser simplesmente de ordem físico, exactamente como para a impotência nos homens. Na verdade os mecanismos que regulam a excitação nos homens e nas mulheres, são mais ou menos os mesmos. O aumento do fluxo sanguíneo e a sensibilidade do tecido eréctil são fundamentais para o prazer feminino exactamente como para o prazer masculino. Frequentemente se procurou resolver escavando na psicologia, aqueles que eram simplesmente problemas físicos a serem tratados com remédios e, não com análises. As mulheres foram as principais vítimas desta tese errada porque, enquanto para os problemas sexuais dos homens sempre foi encontrada uma solução médica, para a frigidez nas mulheres sempre foi interpretado como bloco psicológico. Estudos recentes realizados em América e Europa, estão finalmente demonstrando que ocorre focalizar a atenção também aos mecanismos fisiológicos do prazer feminino. Não por acaso, a empresa Pfizer, produtor do Viagra®, está experimentando os efeitos da pílula azul para a frididez nas mulheres, a fim de comercializar em breve o medicamento ao público feminino. Os efeitos colaterais serão provavelmente os mesmos da pílula masculina ou talvez um pouco mais.
Se bem que, com uma saúde razoável e um partner disponível, a maior parte dos anciãos continuam a ter relações sexuais mesmo aos 80/90 anos. Esta constatação é substituída por numerosos estudos que demonstram que um vasto percentual de indivíduos com idade superior aos 65 anos, não só continuam a actividade sexual, mas também, geralmente são satisfeitos do sexo e de seus parceiros. A maioria das pessoas idosas desejam e são em grau de usufruir de uma vida sexual satisfatória. Uma actividade sexual regular ajuda a manter a habilidade no sexo. Com o passar do tempo, todavia, é possível constatar uma certa diminuição de resposta aos estímulos. Este fenómeno é relacionado ao processo normal de envelhecimento. SEXUALIDADE E AS MUTUAÇÕES FÍSICAS DEVIDO Á IDADE
As mudanças que intervém na fisiologia sexual de um indivíduo em idade avançada, podem afectar, seja a função eréctil que a ejaculação. Essas alterações não devem ter algum impacto funcional em relação ao usufruto subjectivo de um encontro sexual. Porém, o conhecimento do fato que essas mudanças não são disfunções e que uma assistência para corrigir as praticas sexuais, pode ser indispensável para prevenir tal ocorrência devido a ansiedade ou medo de falhar. Os homens frequentemente percebem algumas mudanças distintivas como, prolongamento do tempo necessário para haver uma erecção completa, erecção pode não ser assim firme ou ampla como nos últimos anos precedentes, diminuição do tempo em manter a erecção antes da ejaculação, redução da força de ejaculação e um aumento de duração da fase refractária, percepção mais limitada do facto que a ejaculação está para vir, perda de erecção depois de um orgasmo pode ser mais rápido ou então precisa de mais tempo para obter outra erecção e por fim necessitar de uma maior estimulação manual. Pessoas idosas que ignoram as mudanças normais das funções sexuais próprias do envelhecimento e que por falta de informação, adopta atitudes erradas em relação a actividade sexual na terceira idade, pode ser influenciada pelo fenómeno de ansiedade da expressão sexual. Em particular relevância nas pessoas idosas, é o temor e a ansiedade que podem resultar em interpretações negativas das alterações na estrutura genital e na resposta sexual, próprio da idade. Apesar disto, com o passar do tempo se manifestam uma variedade de alterações nas respostas sexuais e estas modificações devem ser compreendidas pelo ancião. Quando o homem envelhece, o fenómeno da impotência parece acentuar-se, especialmente em homens acometidos de problemas cardíacos, diabetes e hipertensão. SEXUALIDADE OS EFEITOS DAS DOENÇAS OU INVALIDEZ
Embora as doenças e a invalidez possam afectar a sexualidade, mesmo nas mais sérias condições não devem impedir que o indivíduo tenha uma vida sexual satisfatória. Disfunções cardíacas : Muitas pessoas que sofreram ataques cardíacos, temem que o fato de haver relações sexuais possa causar outros ataques. Esse risco é muito baixo, seguindo as orientações de seu médico. Muita gente pode recomeçar a actividade sexual depois de um período de tempo variável entre 12 e 16 semanas após ter sofrido um ataque. Diabetes : Muitos homens sujeitos ao diabetes não tem problemas, mas é uma das poucas doenças que na realidade pode causar impotência. Artrite : Dores articulares devido a artrite, podem limitar a actividade sexual. Tratamentos cirúrgicos ou medicinais podem aliviar as dores. Em alguns casos, os medicamentos podem diminuir o desejo pelo sexo. Exercícios físicos, repouso, banhos quentes e mudanças de posição durante o acto sexual, pode ajudar. SEXUALIDADE E PROBLEMAS DE SAÚDE Se bem que a incidência de disfunção sexual aumente na terceira idade, esta é correlacionada em primeiro lugar ao aumento dos problemas de saúde, em vez da velhice em si. Numerosas desordens endocrinológicas, vasculares e neurológicas, podem interferir nas funções sexuais, como também diversas formas de medicamentos e intervenções cirúrgicos. Estes factores sanitários prevalecem com mais frequência nas pessoas idosas e, a esse ponto, talvez não seja surpreendente identificar um incremento de problemas sexuais, por causas biológicas, na terceira idade. Medicamentos que agridem o sistema nervoso autónomo, podem interferir nas funções sexuais. Muitos medicamentos usados pelas pessoas idosas, como os anti-hipertensão, antidepressivo, tranquilizante e outros remédios usados para aumentar a pressão, podem incidir desfavoravelmente sobre a função eréctil e a libido. Alguns medicinais rendem difícil ao homem a ejaculação, outros reduzem o desejo sexual feminino. SEXUALIDADE E FACTORES EMOCIONAIS A sexualidade é frequentemente um delicado equilíbrio entre as emoções e as causas psicológicas. Se o homem teme excessivamente a impotência, pode criar estresse o suficiente para causá-la. Os casais idosos podem ter os mesmos problemas que envolvem as pessoas de todas as idades. Só que podem sofrer ulteriores problemas por motivos próprios relacionados a velhice, com a aposentadoria e outras mudanças no estilo de vida, ou enfermidades. Estes problemas podem causar dificuldade sexual. Os anciãos sofrem de problemas sexuais e preocupações que não são diferentes daqueles das pessoas jovens; todavia os factores biológicos e psicológicos podem exigir mais atenção. SEXUALIDADE E FACTORES PSICOSSOCIAIS Outros factores psicológicos que afectam as funções sexuais na velhice, atitudes negativas em relação ao sexo, adquiridas quando se é ainda jovem, podem seriamente enfraquecer a capacidade de aproveitar do sexo na idade avançada, muitos casais idosos devem enfrentar os problemas de "monotonia" e cansaço no que diz respeito a relação com o passar do tempo e, isto é sem dúvida um dos factores que pode influenciar negativamente na vida sexual, uma relação sem amor ou um casamento em idade madura, podem consumir a experiência sexual ou até mesmo a relação, no decorrer do tempo quando se apresenta uma oportunidade tardia, sanções religiosas que restringem o sexo unicamente a função reprodutiva e ignoram a importância da intimidade, do amor e do prazer sexual para o bem-estar de cada um, rejeitam uma importante necessidade humana. Um ultimo argumento que merece ser evidenciado como um dos factores que influenciam a actividade sexual na idade avançada, diz respeito a oportunidade. Que pode ser influenciada pela efectiva disponibilidade de um parceiro sexual e também das condições de vida do indivíduo ou do casal. |
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